GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. QUEM SOU EU? SERÁ POSSÍVEL RESPONDERMOS TAL QUESTÃO? (Jo. 1,19). O princípio dela advêm de uma certeza única, da qual, nos tempos atuais, muitos perfilam dúvidas mediantes as incertezas que brotam em nosso meio. Ora, se torna base filosófica que o SABER corresponda a uma AÇÃO. Disto advêm um novo questionamento: O QUE SOU CORRESPONDE AO QUE EU SOU? Tal pressuposto possa corresponde a um estado de alucinação, mas no sentido da filosofia, já se predizia: QUEM SABE QUE NÃO SABE, PELO MENOS SABE ALGUMA COISA. Assim, o não poder ou conseguir responder apenas subtende que alcança um estado de DÚVIDA. E tal situação diagnóstica o sentido de que quem busca ser o OUTRO, acaba se esquecendo de SI mesmo. QUAL DEVE SER O FOCO: A SUA OU A VIDA DO OUTRO? CONTINUA A LECTIO DIVINA!!!
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
LIDERANÇA, MUITO MAIS UMA AUTORIDADE DO QUE AUTORITARISMO (1ª PARTE)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Nos tempos atuais existe uma premissa primordial, no qual o LÍDER tem o dever de abrir-se para novas visões de comando, tornando muito mais do que um 'DEVER', o conquistar novos conhecimentos e o de amadurecer competências. Esmerado na figura da LIDERANÇA, os seus liderados devem esmerar-se em uma capacidade intrínseca de partilhar a convivência da fraternidade sem quase, ou nenhum, traço da formalidade, no qual compreende-se e observa-se muito mais a AUTORIDADE do que o AUTORITARISMO. É a maior busca nestes tempos, no qual não se permite mais a incansável resposta, obsoleta, de ocupação dos movimentos, grupos e comunidades pela gestão de simples obras materialistas, como se fossem o tesouro das respostas de suas próprias identidades, a muito tempo perdidas, como consequência o envelhecimento do ideal, pior, contaminando novas gerações pela imputação de um conformismo alienatório. Se torna gravíssimo, não observarmos mais uma nova linha de formação para LÍDERES, mas aquela revestida de um pseudo 'NOVO', que em seu DNA tem muito do ARCAICO e FORMAL, no qual até empregam-se capitais e pessoas aos montes, mas as metodologias ineficazes e sem qualquer preocupação de uma definição concreta das linhas de renovação autênticas. Tal contexto tem mais uma figuração de atendimento emergencial, como uma UTI, e que de pronto deve ser totalmente ocupada para se dizer que estamos 'TRABALHANDO', conquanto não se intenta a busca real de soluções, a longo prazo. CONTINUA A FORMAÇÃO LIDERANÇA!!!
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
CIC - 2ª PARTE - 2ª SEÇÃO - CAP. 1º (INICIAÇÃO) - ART. 3º (CONCLUSÃO)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dando continuidade ao art. 3º, que trata sobre a EUCARISTIA, estaremos tratando sobre os FRUTOS DA COMUNHÃO. Fica perfeitamente evidente que esta unidade do corpo Místico, a Eucaristia é que faz a Igreja. Os que recebem a Eucaristia ficam mais estreitamente unidos a Cristo. Por isso mesmo, Cristo une todos os fiéis num só corpo: a Igreja. A Comunhão renova, fortalece e aprofunda esta incorporação na Igreja já realizada pelo Batismo. A Eucaristia é que realiza esta vocação (1ª Cor. 10, 16-17). Já preconizava AGOSTINHO: "Oh! Sacramento da piedade, ó sinal da unidade, ó vínculo da caridade!". Neste sentido é que não se pode desejar que ocorra no seio da Igreja divisões, quaisquer que sejam. Mesmo aquelas Igrejas orientais que não estão em comunhão plena com a Igreja Católica celebram a Eucaristia com um grande amor. Portanto, existe em si 'uma certa comunhão in sacris' (aprovação da autoridade eclesiástica). Agora em relação as comunidades eclesiais saídas da Reforma, separadas da Igreja Católica, não conservaram a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico (falta do sacramento da Ordem). É por esse motivo que a intercomunhão eucarística com estas comunidades não é possível para a Igreja Católica. Porém, pode-se ministrar os sacramentos (Eucaristia, Penitência, Unção dos Enfermos) aos outros cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica? Aqui deve ocorrer a devida manifestação VOLUNTÁRIA da FÉ CATÓLICA em relação a estes sacramentos e que se encontrem nas devidas disposições. Enfim, como prenunciamos, se a Eucaristia é o memorial da Páscoa da Senhor, na COMUNHÃO somos cumulados da "plenitude das bênçãos de graças do céu". Desta feita, a EUCARISTIA é a antecipação da glória celeste. Na celebração a Igreja lembra-se da promessa feita por CRISTO na SANTA CEIA (Ap. 1, 4; Marana tha - 1ª Cor. 16, 22; Ap. 22, 20; Mt. 26, 29). Portanto, A Igreja sabe que, desde já, o Senhor vem na sua Eucaristia e que está ali, no meio de nós, e nesta esperança não temos garantia mais segura nem sinal mais manifesto do que a Eucaristia. Com efeito, cada vez que se celebra este mistério, "realiza-se a obra da nossa redenção". Em próximo texto adentraremos no segundo capítulo desta seção. QUE DEUS VOS ABENÇOE RICAMENTE.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
A VERDADEIRA INTENÇÃO DA BUSCA DO AMOR (3ª PARTE)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. SERÁ QUE O AMOR DIVINO PODE, DE ALGUMA FORMA, PROMOVER O AMOR HUMANO? É uma questão primordial nos tempos atuais. COMO? Ora, em todas as esferas de relacionamentos pessoais, entre homens e mulheres, deparamos com LIMITAÇÕES. Mas a nossa maior dificuldade será a de entender que o AMOR HUMANO NÃO PODE E NEM DEVE SER ABSOLUTO, mas carente e necessitado de um amalgamento do AMOR DIVINO. O seu estado de ABSOLUTO apenas se alcança quando PERMITIMOS que o AMOR DIVINO seja plenamente manifestado em nossa condição. Muitos se isolam e se martirizam em não buscar a possuir qualquer tipo de relacionamento devido ao MEDO premente das DECEPÇÕES. Não querem, de forma alguma, experimentar tal sentimento angustiante, e do qual tanto já ouviram falar. Porém, este tipo de FRUSTRAÇÃO acaba por nos favorecer, mais do que nos prejudicar. SIM. As frustrações se baseiam em ILUSÕES construídas por nós mesmos, no fato de depositarmos o amparo e o AMOR ABSOLUTOS em pessoas, muitas vezes, mais limitadas do que nós mesmos. Se direcionarmos nossa razão em uma pessoa, acabaremos nos tornando dependentes da mesma, e tal dependência, quando não devidamente correspondida, gera agressividade, exatamente por nos aprisionar e nos cercear da LIBERDADE. Ora, se somente nos sentimos VIVOS quando o outrem me dá atenção, carinho, quando apenas este ser, LIMITADÍSSIMO, gera em nós algo de real, então, estamos começando a perder a nossa identidade, o que somos de fato. Isto é o inicio da ESCRAVIDÃO, e pior, dizemos que fazemos tudo isto por AMOR. PASMEM! 'POR QUE TUDO PASSA', sendo tudo material, não possui condições reais de se auto-sustentar eternamente, possui limites, possui condicionamentos, e desta forma, por saber destas limitações, a reação mais comum será o CIÚME e o MEDO DE PERDER, ou seja, a INSEGURANÇA. Quando se permite ser envolvido pelo AMOR REAL, ETERNO DE DEUS, libertamos o outro de nossa vida, e nunca existirá qualquer lamentação de termos nos enganado em relação ao outro, pois o fundamento de nosso AMOR SEMPRE SERÁ DEUS. O permitir DEUS AMAR e refletirmos este puro AMOR se expressa NÃO COM PALAVRAS. Se torna fácil apenas DIZER: 'EU TE AMO'. É salutar sim, evidentemente, porém, não se torna o BASTANTE. A expressão mais concreta do AMOR está nos GESTOS, TESTEMUNHOS. DEUS expressou seu AMOR IRRESOLUTO através de um simples gesto: BRAÇOS ABERTOS E ESTENDIDOS NA CRUZ. E tal forma é vislumbrada na parábola do 'FILHO PRÓDIGO', no qual o PAI continua a esperar o seu FILHO AMADO, para lhe abraçar integralmente, independentemente, do seu estado. Eis o gesto de AMOR por excelência, no qual ao olhar para CRUZ sinto-me plenamente AMADO POR DEUS (Anselmo Grum). Quando faço o mesmo gesto a outrem, pressinto que este AMOR perpassa por todo o meu SER, e mesmo doando, sinto-me muito mais que AMADO, pois antes de alcançar o outro, ELE passa por mim mesmo. Aparento como um VASO, que pode ser preenchido até a borda, porém, para que o outro possa experimentar tudo o que sinto, EU devo TRANSBORDAR, e desta forma o outro se preenche e EU mesmo nunca me torno VAZIO. Que possamos refletir sobre o que somos e o que podemos realmente realizar através de nossas vidas. QUE DEUS VOS ABENÇOE RICAMENTE.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
EFICÁCIA E EFICIÊNCIA, COLUNAS DE SUSTENTÁCULO DO TEMPO
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Hoje, iremos abordar acerca dos temas de EFICÁCIA E TEMPO, Uma das primordiais questões é buscar conhecer se EXISTE ALGUMA DIFERENÇA ENTRE EFICÁCIA e EFICIÊNCIA? Eficácia consiste em fazer as coisas certas: geralmente está relacionada ao nível gerencial. Eficiência consiste em fazer certo as coisas: geralmente está ligada ao nível operacional, como realizar as operações com menos recursos – menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, etc (Peter Druck). Neste iremos abordar a EFICÁCIA e de forma indireta a EFICIÊNCIA, porque abordaremos o TEMPO. Tem-se ciência que pessoas eficazes não começam pelo
simples planejamento, mas pelo contrário, iniciam pelo tempo em que empregam,
administrando-o e eliminando as exigências improdutivas. O limite para a
realização de qualquer processo é o tempo, então, é necessário questionar: VOCÊ SABE ESTIMAR COMO GASTA O SEU PRÓPRIO TEMPO? O registro do tempo é mais
importante para uma real avaliação. Os eficazes sabem que para gerenciar seu
tempo, necessitam saber como é empregado o seu TEMPO. O tempo, per si, possui suas próprias exigências e as condiciona a cada um, sem se importar quem o SEJA, este ser imensurável em sua constituição, não efetiva a exclusão de classes, regiões, constituições, ele atua para TODOS, sem exceção. O primeiro ponto a ser definido é que é necessário dispor de
longos períodos de tempo, pois para estabelecer um relacionamento humano e
tomar quaisquer decisões sobre pessoas requer tempo. CONTINUA A FORMAÇÃO LIDERANÇA!!!
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
CIC - 2ª PARTE - 2ª SEÇÃO - CAP. 1º (INICIAÇÃO) - ART. 3º (3ª PARTE)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dando continuidade ao art. 3º, que trata sobre a EUCARISTIA, especificamente, sobre a sua CELEBRAÇÃO LITÚRGICA. Como enunciado anteriormente, a Missa é o concreto MEMORIAL SACRIFICIAL em que se
perpetua o sacrifício da CRUZ e o banquete sagrado da comunhão do CORPO e SANGUE do Senhor, cujo objetivo será a UNIÃO dos fiéis com CRISTO. Comungar é receber o
próprio JESUS. QUAL O LUGAR DESTA SAGRADA EXPERIÊNCIA? O ALTAR. Este lugar propício representa os
dois aspectos dum mesmo mistério, ou seja, é ALTAR DE SACRIFÍCIO (simboliza vítima oferecida), mas é também MESA DE COMUNHÃO E FELICIDADE (alimento celeste) do Senhor. Melhor, o ALTAR representa simbolicamente o próprio CRISTO. A liturgia exprime esta unidade do sacrifício
e da comunhão em numerosas orações: "TOMAI
TODOS E COMEI": A COMUNHÃO. Logicamente, o Senhor dirige-nos um convite insistente para que O recebamos no sacramento da
Eucaristia, e como resposta, devemos preparar-nos para este
momento tão grande e santo (1ª Cor. 11, 27-29). Aquele que
tiver consciência dum pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação
antes de se aproximar da Comunhão. CONTINUA A FORMAÇÃO DOUTRINAL!!!
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
FEEDBACK: AÇÃO CONCRETA DE HUMILDADE PARA DESCOBRIR O DESEMPENHO REAL (CONCLUSÃO)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Favorecendo a melhor análise sobre a importância do FEEDBACK, proceder deve se fundamentar em conclusões consistentes para uma melhor efetivação de sua ação, do qual o LÍDER não pode estar adstrito de sua percepção e da resposta concreta. O primeiro ponto a ser devidamente analisado será acerca dos PONTOS FORTES, esta consideração não deve ser depreciada, tão pouco esquecida. As qualidades pessoais, de cunho individual ou comunitária, devem ser amplamente vislumbradas, investidas e renovadas, pois a forma coerente de se pensar nestas QUALIDADES será no sentido de que estas mesmas DEVEM ou PODER produzir nos desempenhos e nos resultados. Deve dar uma maior e melhor concentração nestes pontos, e partindo deste ponto, começar a REAÇÃO adequada, no sentido de, continuamente, APERFEIÇOAR estes mesmos PONTOS, ou seja, em nenhum momento permitir a ESTAGNAÇÃO. Neste momento, o que mais se intenta é retirar todo o fardo possível e existente no íntimo da essência destes PONTOS QUALITATIVOS, com fito de extirpar as qualidades e conhecimentos INADEQUADOS e que necessitam ser REAVALIADOS e ATUALIZADOS (FALHAS). CONTINUA A FORMAÇÃO LIDERANÇA!!!
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