segunda-feira, 11 de novembro de 2013

SACRÍFICIOS: A MELHOR OFERTA PARA RENOVAR AS FORÇAS (Contos do Mochileiro)


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (Nova continuação): "... Renovado em sua decisão, e de forma pragmativa, olhou para seu ferimento, que ainda lhe causava certos transtornos, e meditou em qual local poder-se-ia RETIRAR, cujo intuito seria a renovação das forças e restruturação de seu projeto inicial. Direcionou-se para as montanhas mais ingrimes, mais altas por excelência, mesmo sofrida a escalada, perfez como seu objetivo máximo, chegar o mais próximo do cume, onde subsistiria frio intenso, vento avassalador e até uma escuridão amedrontante.  Depois de uma exaustiva escalada, e de perceber que para qualquer tipo de pessoa, sem determinação, não galgaria a vitória de conquistar tal monte. Encontro um local, caverna desprovida de qualquer tipo de segurança, e começou seu PROCESSO DE CURA, a partir do interior, até a ferida externa lhe outorgada pelo inimigo sagaz. Primeiro ponto, começou a se despir, mesmo em temperaturas abaixo de zero, ficou nú, em si mesmo, e começou a analisar que somente o CALOR DIVINO lhe seria fundamental, perfez uma pequena fogueira, com uma indescritível dificuldade para acender, e com isto aprendeu que para acender a chama da FÉ deve-se batalhar constantemente, e para manter acesso um cuidado extravagante. Depois lançou fora toda as suas armaduras e armas, e ficou desarmado, acreditando e dando certeza de que a ÚNICA PROTEÇÃO SERIA DEUS. Poderia ser morto por outros inimigos ou animais selvagens, mas se permitiu proteger pelas mãos de DEUS. Discerniu que a maior de todas as defesas, a melhor das armas era a CONFIANÇA, primeiramente em DEUS, e depois em si mesmo. Por fim, passou pelo estágio do JEJUM absoluto, passaria 40 dias a não experimentar nada, a não ser o pão da FÉ, da Oração e da PALAVRA, seguindo a premissa de que "não só de pão vive o Homem, mas de TODA A PALAVRA DE DEUS. Depois desta estadia, compreendeu que retornaria NOVAMENTE REJUVENESCIDO para as grandiosas batalhas novas que iria acontecer. Depois deste tempo, ainda permaneceria no local, para reorganizar seus pensamentos, sentimentos e ações, iria PLANEJAR o NOVO CAMINHO a seguir, o antigo estava lançado a ermo, não valeria mais a pena, agora, NOVOS TEMPOS, NOVOS PROJETOS, NOVAS BATALHAS. Enfim, para estar a serviço do salvador pelos DONS que lhe fora doados.

domingo, 10 de novembro de 2013

CIC - 2ª SEÇÃO - CAP. 3º - ART. 8º (2ª parte)


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dando continuidade ao art. 8º, Cap. 3º: "CREIO NO ESPÍRITO SANTO", desenvolveremos o NOME, DENOMINAÇÕES e os SÍMBOLOS do ESPÍRITO SANTO. Como se tem ciência o NOME ESPÍRITO SANTO, não o é em si um nome, mas ATRIBUTOS DIVINOS das TRÊS PESSOAS DA SANTÍSSIMA TRINDADE  (ESPÍRITO e SANTO). Mas, QUAL O INTUITO DA JUNÇÃO DO NOME? A Escritura, a Liturgia e a Linguagem Teológica objetivaram DESGINAR DE FORMA MAIS CONCRETA E MAGNÂNIMA a PESSOA SUPREMA DA 3ª PESSOA DA TRINDADE. O sentido é que o termo "ESPÍRITO" (RUAH - Hebraico) tem intento de caracterizar o SOPRO DIVINO provindo de DEUS (Jo. 3,5-8), e "SANTO" devido a sua origem provir do próprio DEUS. Embora subsista outras denominações adequadamente utilizadas para caracterizar as AÇÕES essências do ESPÍRITO: a) PARÁCLITO (Advocatus - Consolador - Jo. 14, 16.26; 15,26; 16,7); b) ESPÍRTIO DA PROMESSA (Gl. 3,14; Ef. 1,13); c) ESPÍRITO DE ADOÇÃO (Rm. 8,15; Gl. 4,6); d) ESPÍRITO DE CRISTO, SENHOR, DEUS (Rm. 8, 9.11.14; 15,19; 1ª Cor. 6,11; 7,40). CONTINUA A FORMAÇÃO DO CATECISMO!!!

sábado, 9 de novembro de 2013

A FÉ: O ÚNICO FAROL QUE ILUMINA A SALVAÇÃO.

 
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Retornando a FORMAÇÃO PESSOAL. Concluiremos o significado real de uma EXPERIÊNCIA DE e COM DEUS. O Evangelho de SAO JOÃO e por demais significativo em relação a TEOLOGIA e a FILOSOFIA, e desta forma entende-se pela sua construção que o autor tinha uma intimidade perfeita com as concepções filosóficas da época. Seus primeiros capítulos entoam simbolicamente a relação do campo espiritual e material baseado no SENTIDO DA VISÃO: LUZ e VER. Como se conhece um pouco de FILOSOFIA, entende-se que a maior metas dos que a praticavam era conquistar a ILUMINAÇÃO, que era a forma mais concreta de CONHECER A VERDADE (PLATÃO). No Evangelho de JOÃO, existe esta propositura coerente (Jo. 1,4.9; 8,12), para o contexto o possuir a FÉ, será se constituir de uma ILUMINAÇÃO profunda, e em suma, POSSUIR FÉ É PODER ENXERGAR, É VER (Ap. 21,23). Desde o início da própria Igreja, o conceito de FÉ já o era desenvolvido baseado nesta ILUMINAÇÃO, e se observarmos a sua constituição, a LITURGIA (LAUDES e VÉSPERAS) agregavam ao nascer do sol e o sua oposição como contemplação da IMAGEM DE CRISTO, no sentido em que quando estamos envoltos pelas trevas das nossas dificuldades, será o CRISTO (SOL) que irá aparecer e resplandecerá a sua GRAÇA PLENA em nossas vidas (LAUDES). No outro ápice, no fim da tarde, quando o brilho do sol se esvai, fica a orientação de que devemos pegar a sua ILUMINAÇÃO e infiltrar em nosso intimo o poder de sua luz e revelar o nosso INTERIOR. Como FILHOS DE DEUS temos esta LUZ em nosso interior, que brilha constantemente. Assim, para muitos místicos a EXPERIÊNCIA DE DEUS nunca poderia ser forçada, através de formas meditativas ou de orações, mas sim espontâneas, ou seja, SABOREADAS. CONTINUA A FORMAÇÃO PESSOAL!!!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

DO PASSADO 'A LIÇÃO'; DO FUTURO 'A MISSÃO'.


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Situemo-nos como um JARDINEIRO, que depois de uma imensidão de trabalho, tinha se disponibilizado a cuidar de um majestoso JARDIM. Fora dividido em lotes, pois eram de diversos tipos de flores e plantas, cada uma com sua especificidade e beleza. Mas uma, em especial, lhe brilhava aos olhos, embora as outras fossem de fundamental importância também, mas sabe como é!!! Bem, a que lhe brilhava aos olhos lhe teve a maior atenção, dedicação exclusivista, muitas vezes, mas, por infelicidade, constatou que havia crescido ervas daninhas (montes), e que estas, sorrateiramente, tinham esvanecido o conteúdo da terra, eivado as flores de seus alimentos basilares, algumas tinham perdido as cores essenciais, outras estavam murchas em si mesmo. O coração do Jardineiro entrou em uma infame agitação (o lote desejado), continha flores, porém, já não eram as mesmas. Despedaçado o coração ficou. Deslocou ao outro lote, este não teve tamanha dedicação, não fora muito visitado, não teve aquela alimentação adequada e preciosa. Pasmem! Estavam belíssimas as flores, majestosas, brilhantes, mais do que vivas. Na alma do Jardineiro dizia-lhe como poder-se-ia acontecer isto. Os perfumes eram irradiantes e permeados de diversos gostos e cores. Tinham poucas, sim, mas eram exuberantes. Disto fica a lição, que muitas vezes apostamos em determinadas coisas e situações, mas o que DEUS mais deseja é o que se desenvolve. Será neste ponto o recomeçar a NOVA ERA, em que caberá ao Jardineiro dar fim ao lote tão almejado, mas pouco frutuoso, terá de arrancar a tudo e ter de COMEÇAR DE NOVO.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A REVIRAVOLTA DO GUERREIRO.


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (continuação): "... Depois de muito ter cavalgado, por enormes distancias, buscando refugio para as dores sofridas imensuráveis, o antigo e valente guerreiro, de repente, deixou-se cair de seu magnifico e exuberante montaria. Já não continha forças suficientes para suportar a dor de seu profundo ferimento. Estava resoluto, vou deixar-me morrer neste lugar. Era o deserto, de onde vislumbrava-se apenas a areia, do norte ao sul; do leste ao oeste. O que mudava? apenas as reluzentes e magnificas estrelas que irradiavam sua formosura segundo à segundo, minuto à minuto. Do mero ocaso, o cavalo, amigo do guerreiro, começou a avançar contra o inerte e desfalecido corpo, elevando as patas dianteiras, e deixando-as lançar em direção ao corpo caído. Ora, o antigo guerreiro levantou-se de imediato, consternado com tal situação, era muito mais do que um simples cavalo, era seu leal amigo de inúmeras batalhas à fio. Que lhe tinha dado, muitas vezes a própria vida, para defender a sua, tinha esgotado as forças para impulsionar a figura do guerreiro. Mas agora, comportava-se como algoz inimigo, e que o conduziu a um estado de defesa de sua vida. CONTINUA A REFLEXÃO!!!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O FIM DE UM GUERREIRO


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro: "... Estava o antigo Guerreiro, advindo de mais uma luta árdua, contra seu inimigo mesquinho, quando de repente, sentiu que algo havia de errado. Perpassando suas mãos sobre seu tórax, sentiu que tinha sido perfurado pela espada algoz e envenenada do seu oposto. Embora, pensasse que nada demais havia acontecido, nem imaginava que a ferida tinha dimensão estratosférica. Tinha-lhe perfurado o pulmão, que já se derramava em sangue continuo. Pelo veneno incrustado na lâmina, estava-lhe a lhe transformar a ALMA. Agora, tinha já dificuldade de enxergar as coisas, o pensar estava difícil, advinha-lhe enormes dores que lhe afligiam a alma. Perdia-se as forças. Começar o estágio do afogamento interno, estava a morrer pelo próprio sangue, que outrora lhe tinha dado a vida. Hoje seria seu real inimigo. O pior de todos os adversários, se levantava e com uma força sobrepujadora, quase que inquestionável, fora o primeiro a colocar o antigo Guerreiro de joelhos, e o fez chorar amargamente. Agora, sentia o real sabor do 'fel' amargo de seu fim, bem que outrora tinha experimentado a muitos outros, este rasgava-lhe as entranhas de sua garganta e perfurava-lhe o estomago com sua perfídia acidez. E agora? Veio o fim ...".

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

CHAMADO = CONHECER A DEUS? QUEM ELE O É PARA MIM!


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Retornando a FORMAÇÃO PESSOAL. Continuaremos a nossa EXPERIÊNCIA DE DEUS. Na questão em epígrafe começamos a observar que a experiência fundamental de DEUS perpassa pela compreensão concreta de qual serão as normas divinas para a elaboração de minha caminhada (Santo Inácio de Loyola - Exercícios Espirituais). Nesta situação, dever-se-ia compreender se a VONTADE DE DEUS, possa representar até uma ameaça, e desta forma possa ser continuamente negado por quem é chamado, em suma, entender o conteúdo do chamado e deixar DEUS revelar sua extensão, e partindo deste ponto, começar a trabalhar a aceitação do anúncio. Muitos adentram em estado de pânico a simples referência de um estado divino chamado, porém, não reconhece a essência completa do mesmo, e como resposta advêm o "NÃO" sonoro, e não reconhece que esta negativa, antes de tudo, é para si mesmo, para sua felicidade. Deste ponto entende-se que subsiste uma compreensão bem relativa do significado do que é REALMENTE BOM para nós. Do outro lado, esta aqueles(as) que ao se permitirem envolver por DEUS, começam a observar e a compreender o como DEUS é importante em suas vidas, que mesmo não concedendo o que simbolizo como bom para mim, que me diminui e humilha, mas que sinta maior do que tudo isto um GRANDE AMOR exalado nas coisas e pessoas. Olho para um DEUS que continuamente caminha comigo, como um AMIGO, PAI, que observa cada passo, e que esta em prontidão para curar as feridas e ensinar-me a ser cada vez mais forte e consciente de "QUEM SOU REALMENTE". QUAL A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS? É singular, que quando observo DEUS como um simples interlocutor de minha vida, tenho de me esforçar para conhecer sua reais intenções. porém, quando o CONSIDERO COMO MEU PAI (AMOR), tenho a certeza de que ELE esta em mim, e comigo, e sua vontade será a realização de minha vontade no AMOR, COMO MEU PRÓPRIO QUERER. CONTINUA A FORMAÇÃO PESSOAL!!!

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