GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (Nova continuação): "... Encontrava-se o Antigo Guerreiro exausto, durante várias noites tinha enfrentado todos os tipos de inimigos, até aqueles inimagináveis. Sentia-se que quanto mais desferia-se golpes poderosos, mas enumeravam-se seus inimigos. Todos os demônios lhes tinham sido apresentados. Neste instante, estava esgotado, algo novo permanecia dentro de sua alma, favorecendo para que olhasse para sue ferimento externo. Pasmem! Estava curado totalmente, porém, que DOR era esta que subsistia e doía até a alma? Não existia nenhuma mazela externa, e aquele ferimento já não estava aflorando nada, a DOR era em outros lugares que não aquele de início. O QUE ESTAVA ACONTECENDO? Era algo por demais inusitado, novo, nem maiores dificuldades das batalhas afins, tinha sentido algo desta forma. A DOR era avassaladora, tremia-lhe até o que não era material, o coração batia aceleradamente. Sentia-se de forma lenta e angustiantemente se esvaziar. O QUE ESTAVA ACONTECENDO? Apenas sobreveio estes questionamentos. CONTINUA A REFLEXÃO!!!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
A FLOR E A ÁGUIA
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro: "... Certa vez, altiva, uma Águia poderosa, que tinha experimentado a sua renovação (subiu a montanha), retornava ao seu lar, para envidar uma nova VIDA CONQUISTADA. Com intuito de encurtar as distâncias, resolveu sobrevoar um árduo DESERTO. A terra vista do alto (possui uma das melhores visões), era extremamente árida, sem vida, e as que por ventura tentassem brotar, possuíam aparência de quase mortas, sem vida, sem cor, retorcidas em si mesmas, era uma visão lastimante. Desta feita, como não existia nada de valor neste habitat, intencionou a Águia em apressar o bater de suas asas e passar rapidamente por este local de MORTE. De repente, quase por ocaso, observou a Águia que existia algo, mais que reluzente, no meio de um nada, existia algo surpreendente, um enorme cacto, em todas as suas dimensões (altura e largura), percorrido em sua extensão majestosa por uma infinita carreira de espinhos, enormes, a tal ponto de propiciar aos visitantes medo premente. Mas no topo, existia uma flor. A Águia, que já tinha uma enorme experiência de vida, tinha percorrido uma imensidão de locais, ficou intrigado, pois, nunca tinha visto flor mais bela, reluzente, magnífica, exuberante. Permeada em dúvidas, desceu dos altos céus, se esmerou em pousar em uma árvore frágil e seca próximo ao cactos, e continuou a admirar a beleza daquela enigmática flor. De onde se encontrava, sentia a força da existência desta flor, sua elegância, a disposição das pétalas, perfaziam como um brilho magnificiente, a tal ponto de cegar a vista. E muito mais, o perfume que ela exalava, era de tal ordem que seduzia e encantava a todos os seres, a tal ponto que muitos eram atraídos a sua proximidade, mas era o cactos enorme que empecilhava uma maior aproximação, que como dito, causava medo premente (espinhos). Era como se fosse sua segurança, sua proteção, para guardar a realeza da beleza desta flor ÚNICA. Exaurida em dúvidas, não se contentou em observar e, então, falou: (CONTINUA)
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
A VINDA DO DESERTO, A NOITE TÃO ESCURA! (CONTOS DO MOCHILEIRO)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (Nova continuação): "... Estava castigado pelo frio premente, pela ampla escuridão que envolvia o lugar. O antigo Guerreiro estava envolvido por sua imensa manta de pele de animal, buscando aquecer suas entranhas, em frente a uma chama, que aparentemente era pequena, diante da imensidão da escuridão que lhe envolvia. Mas, de forma insistente, continuava a lutar para se manter acessa, mesmo diante de tantas contrariedades existentes, disto favoreceu na mente do Guerreiro um pensamento abstrato: "Se esta chama, mesmo sendo diminuta luta e busca se manter acessa, e consegue, afora os obstáculos e barreiras exteriores!!! Ora, o vento que aqui sopra é muitas vezes mais potente do que a força da chama que, ainda, esta acessa. POR QUE NÃO EU???". Porém, e de repente, veio-lhe uma imensa dor, estava imensamente desgastado pela lutas (na vida e na subida da montanha). O sentimento era superior e sobrepujava suas resistências. Adveio-lhe a mente que a ferida maior não era a que o inimigo lhe tinha proporcionado, mas sim a falta de auxílio que não possuia daqueles que lhe tinha favorecido com sua força e ajuda nas batalhas, tomou consciência que NINGUÉM consegue vencer as batalhas SOZINHO, mas, ONDE ESTÃO ELES, os possíveis amigos??? CONTINUA A REFLEXÃO!!!
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
SACRÍFICIOS: A MELHOR OFERTA PARA RENOVAR AS FORÇAS (Contos do Mochileiro)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (Nova continuação): "... Renovado em sua decisão, e de forma pragmativa, olhou para seu ferimento, que ainda lhe causava certos transtornos, e meditou em qual local poder-se-ia RETIRAR, cujo intuito seria a renovação das forças e restruturação de seu projeto inicial. Direcionou-se para as montanhas mais ingrimes, mais altas por excelência, mesmo sofrida a escalada, perfez como seu objetivo máximo, chegar o mais próximo do cume, onde subsistiria frio intenso, vento avassalador e até uma escuridão amedrontante. Depois de uma exaustiva escalada, e de perceber que para qualquer tipo de pessoa, sem determinação, não galgaria a vitória de conquistar tal monte. Encontro um local, caverna desprovida de qualquer tipo de segurança, e começou seu PROCESSO DE CURA, a partir do interior, até a ferida externa lhe outorgada pelo inimigo sagaz. Primeiro ponto, começou a se despir, mesmo em temperaturas abaixo de zero, ficou nú, em si mesmo, e começou a analisar que somente o CALOR DIVINO lhe seria fundamental, perfez uma pequena fogueira, com uma indescritível dificuldade para acender, e com isto aprendeu que para acender a chama da FÉ deve-se batalhar constantemente, e para manter acesso um cuidado extravagante. Depois lançou fora toda as suas armaduras e armas, e ficou desarmado, acreditando e dando certeza de que a ÚNICA PROTEÇÃO SERIA DEUS. Poderia ser morto por outros inimigos ou animais selvagens, mas se permitiu proteger pelas mãos de DEUS. Discerniu que a maior de todas as defesas, a melhor das armas era a CONFIANÇA, primeiramente em DEUS, e depois em si mesmo. Por fim, passou pelo estágio do JEJUM absoluto, passaria 40 dias a não experimentar nada, a não ser o pão da FÉ, da Oração e da PALAVRA, seguindo a premissa de que "não só de pão vive o Homem, mas de TODA A PALAVRA DE DEUS. Depois desta estadia, compreendeu que retornaria NOVAMENTE REJUVENESCIDO para as grandiosas batalhas novas que iria acontecer. Depois deste tempo, ainda permaneceria no local, para reorganizar seus pensamentos, sentimentos e ações, iria PLANEJAR o NOVO CAMINHO a seguir, o antigo estava lançado a ermo, não valeria mais a pena, agora, NOVOS TEMPOS, NOVOS PROJETOS, NOVAS BATALHAS. Enfim, para estar a serviço do salvador pelos DONS que lhe fora doados.
domingo, 10 de novembro de 2013
CIC - 2ª SEÇÃO - CAP. 3º - ART. 8º (2ª parte)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dando continuidade ao art. 8º, Cap. 3º: "CREIO NO ESPÍRITO SANTO", desenvolveremos o NOME, DENOMINAÇÕES e os SÍMBOLOS do ESPÍRITO SANTO. Como se tem ciência o NOME ESPÍRITO SANTO, não o é em si um nome, mas ATRIBUTOS DIVINOS das TRÊS PESSOAS DA SANTÍSSIMA TRINDADE (ESPÍRITO e SANTO). Mas, QUAL O INTUITO DA JUNÇÃO DO NOME? A Escritura, a Liturgia e a Linguagem Teológica objetivaram DESGINAR DE FORMA MAIS CONCRETA E MAGNÂNIMA a PESSOA SUPREMA DA 3ª PESSOA DA TRINDADE. O sentido é que o termo "ESPÍRITO" (RUAH - Hebraico) tem intento de caracterizar o SOPRO DIVINO provindo de DEUS (Jo. 3,5-8), e "SANTO" devido a sua origem provir do próprio DEUS. Embora subsista outras denominações adequadamente utilizadas para caracterizar as AÇÕES essências do ESPÍRITO: a) PARÁCLITO (Advocatus - Consolador - Jo. 14, 16.26; 15,26; 16,7); b) ESPÍRTIO DA PROMESSA (Gl. 3,14; Ef. 1,13); c) ESPÍRITO DE ADOÇÃO (Rm. 8,15; Gl. 4,6); d) ESPÍRITO DE CRISTO, SENHOR, DEUS (Rm. 8, 9.11.14; 15,19; 1ª Cor. 6,11; 7,40). CONTINUA A FORMAÇÃO DO CATECISMO!!!
sábado, 9 de novembro de 2013
A FÉ: O ÚNICO FAROL QUE ILUMINA A SALVAÇÃO.
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Retornando a FORMAÇÃO PESSOAL. Concluiremos o significado real de uma EXPERIÊNCIA DE e COM DEUS. O Evangelho de SAO JOÃO e por demais significativo em relação a TEOLOGIA e a FILOSOFIA, e desta forma entende-se pela sua construção que o autor tinha uma intimidade perfeita com as concepções filosóficas da época. Seus primeiros capítulos entoam simbolicamente a relação do campo espiritual e material baseado no SENTIDO DA VISÃO: LUZ e VER. Como se conhece um pouco de FILOSOFIA, entende-se que a maior metas dos que a praticavam era conquistar a ILUMINAÇÃO, que era a forma mais concreta de CONHECER A VERDADE (PLATÃO). No Evangelho de JOÃO, existe esta propositura coerente (Jo. 1,4.9; 8,12), para o contexto o possuir a FÉ, será se constituir de uma ILUMINAÇÃO profunda, e em suma, POSSUIR FÉ É PODER ENXERGAR, É VER (Ap. 21,23). Desde o início da própria Igreja, o conceito de FÉ já o era desenvolvido baseado nesta ILUMINAÇÃO, e se observarmos a sua constituição, a LITURGIA (LAUDES e VÉSPERAS) agregavam ao nascer do sol e o sua oposição como contemplação da IMAGEM DE CRISTO, no sentido em que quando estamos envoltos pelas trevas das nossas dificuldades, será o CRISTO (SOL) que irá aparecer e resplandecerá a sua GRAÇA PLENA em nossas vidas (LAUDES). No outro ápice, no fim da tarde, quando o brilho do sol se esvai, fica a orientação de que devemos pegar a sua ILUMINAÇÃO e infiltrar em nosso intimo o poder de sua luz e revelar o nosso INTERIOR. Como FILHOS DE DEUS temos esta LUZ em nosso interior, que brilha constantemente. Assim, para muitos místicos a EXPERIÊNCIA DE DEUS nunca poderia ser forçada, através de formas meditativas ou de orações, mas sim espontâneas, ou seja, SABOREADAS. CONTINUA A FORMAÇÃO PESSOAL!!!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
DO PASSADO 'A LIÇÃO'; DO FUTURO 'A MISSÃO'.
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Situemo-nos como um JARDINEIRO, que depois de uma imensidão de trabalho, tinha se disponibilizado a cuidar de um majestoso JARDIM. Fora dividido em lotes, pois eram de diversos tipos de flores e plantas, cada uma com sua especificidade e beleza. Mas uma, em especial, lhe brilhava aos olhos, embora as outras fossem de fundamental importância também, mas sabe como é!!! Bem, a que lhe brilhava aos olhos lhe teve a maior atenção, dedicação exclusivista, muitas vezes, mas, por infelicidade, constatou que havia crescido ervas daninhas (montes), e que estas, sorrateiramente, tinham esvanecido o conteúdo da terra, eivado as flores de seus alimentos basilares, algumas tinham perdido as cores essenciais, outras estavam murchas em si mesmo. O coração do Jardineiro entrou em uma infame agitação (o lote desejado), continha flores, porém, já não eram as mesmas. Despedaçado o coração ficou. Deslocou ao outro lote, este não teve tamanha dedicação, não fora muito visitado, não teve aquela alimentação adequada e preciosa. Pasmem! Estavam belíssimas as flores, majestosas, brilhantes, mais do que vivas. Na alma do Jardineiro dizia-lhe como poder-se-ia acontecer isto. Os perfumes eram irradiantes e permeados de diversos gostos e cores. Tinham poucas, sim, mas eram exuberantes. Disto fica a lição, que muitas vezes apostamos em determinadas coisas e situações, mas o que DEUS mais deseja é o que se desenvolve. Será neste ponto o recomeçar a NOVA ERA, em que caberá ao Jardineiro dar fim ao lote tão almejado, mas pouco frutuoso, terá de arrancar a tudo e ter de COMEÇAR DE NOVO.
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