GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Imagine-se ao receber um questionamento sobre tal ponto: "... SEDE SANTOS? ..." De imediato, toma-se tal pressuposto com uma conotação escandalosa, visto a questão estar auferida no sentido do "SER". Beira-se uma condição impositiva, e anela-a um contexto negativo, e per si, acaba-se gerando, automaticamente, uma 'REJEIÇÃO'. De forma comum, quando se questiona a alguém esta proposição, ressoava-lhe no íntimo de sua alma, como uma cobrança negativa de atitudes que são desenvolvidas no dia-dia. Imediatamente, perfaz-se um paralelo distorcido com as imagens delimitadas daqueles(as) entes da Igreja que perfizeram atas supremos e radicais na busca da SANTIDADE, de serem abarcados por DEUS, de serem AMADOS(AS) pelo CRIADOR. Rapidamente são desenvolvidas ideias de seres SUPREMOS inatingíveis, que se sobressam da maioria da sociedade, mediante suas histórias verídicas e, as vezes, de contos ou fatos tidos como lendas. Seriam estes SUPER-HOMENS ou SUPER- MULHERES que por causa de seus poderes magnânimos auferiram tais condições ímpares. Porém, acaba por se esquecer, que Eles e Elas são tão humanos como qualquer um de nós. MAS QUAL O NORTE QUE OS ESTIMULARAM A PERPETUAR O SENTIDO DE SUA SANTIDADE? CONTINUA A REFLEXÃO!!!
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
O TESOURO DESVELADO (DOS CONTOS DO MOCHILEIRO)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (continuação): "... QUEM EU SOU DE FATO? ..." De forma escandalosa tal questão ressoava-lhe a alma, como um trovão ensurdecedor, que lhe contraia o próprio corpo, que ressentindo uma dor angustiante, dobrando as entranhas. Aturdido, talvez embriagado, melhor, perdido em si mesmo, não conseguia obter uma amplitude razoável de discernimento do que acontecia. "... COMO ME DEIXEI PERDER? ...". Pasmem, por causa de tais questionamentos não percebia que estava se comportando com um andarilho, vagante, perdido e a caminho de um mundo paralelo, equidistante de toda a realidade perceptível do mundo que se encontrava, e que tal atitude de se extrapor, valer-se-ia de reações de pura rejeição daqueles que outrora lhe foram gratos por sua intercessão nos seus problemas amargurantes. Como poderiam lhe conotar valor, apenas pela situação presente? Sua VALIA SE ENCONTRAVA EM QUE SITUAÇÃO? Não conseguia captar o real conteúdo apresentado, sentia-se entorpecido pela variedade de sentimentos afins (ódio, inveja, ciúme, solidão, incompreensão, etc.). Todos juntos, as vezes, isolados, combatia-lhe as forças, motivações e objetivos, talvez sonhos. ESTAVA PERDENDO SUA FORÇA REAL? CONTINUA A REFLEXÃO!!!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
A JANELA DE MINHA VIDA (JOHARI)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. A algum tempo atrás, busquei um discernimento para uma de minhas reflexões, acabando por descobrir, no âmbito da Psicologia, uma ferramenta conceitual que tinha por objetivo de entender os nuances dos RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS e de GRUPOS. Desenvolvido por JOSEPH LUFT e HARRINGTON INGHAM (1955), e por esta causa deu-se o nome da JANELA JO (JOSEPH) HARI (HARRINGTON). Baseou-se o estudo das interações e relações INTERPESSOAIS nas diversas situações possíveis. O real conceito deste modelo psicológico é a interpretação do 'EGO' (EU) em disposição representativa para revelar a LUCIDEZ das RELAÇÕES HUMANAS. Classificando na forma de duas entradas (JANELA - DUAS FASE CADA ENTRADA). Evidentemente que as duas entradas serão a MINHA PESSOA e o OUTRO:
1) ÁREA LIVRE ou EU ABERTO: ZONA QUE INTEGRA CONHECIMENTO DO 'EU' E DOS OUTROS;
2) ÁREA CEGA ou EU CEGO: ZONA DE CONHECIMENTO APENAS DOS OUTROS E DESCONHECIDA POR MIM;
3) ÁREA SECRETA OU EU SECRETO: ZONA DE CONHECIMENTO DO EU E DESCONHECIDA DO OUTRO;
4) ÁREA INCONSCIENTE OU EU DESCONHECIDO: ZONA DE TOTAL DESCONHECIMENTO DO EU E DO OUTRO.
Com esta concepção aflorada, adentremos em nossa REFLEXÃO. Imagine-se diante de uma vitrine, e que nela estejam dispostos inúmeros manequins. Todos bem vestidos, com roupas e adereços caríssimos. Os tecidos são sintéticos, as joias e utensílios não são verdadeiros. E quase sempre eles eram atualizados, com novas roupas e utensílios. Agora, como poderemos ASSOCIAR o fato da vitrine com a JANELA JOHARI? CONTINUA A REFLEXÃO!!!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
O DIFÍCIL RETORNO (DOS CONTOS DO MOCHILEIRO)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro: "... Depois de árduas lutas noturnas, de olhar olhos nos olhos de sua pobre e singela humanidade, arrancando de seu íntimo de muitos fragmentos que destoavam seu caráter, enfim, depois de suas maiores batalhas, com seus demônios mais pérfidos e ousados, começou a entender que o auto-conhecimento era-lhe extremamente necessário, um mal, mas promissor, que anexava-lhe substratos fabulosos, e que alocavam as maiores riquezas inimagináveis. Desta feita, começou a descer da sua montanha, amada pelas experiências auferidas e vencidas, um pesado esforço, mas que lhe tinha dado diversos dividendos. Ora, a sua constituição física estava nova, recuperado do ferimento algoz perpetrado pelo seu inimigo. Porém, algo estava estranho, sentia-se diferente, no quanto aos seus sentimentos e suas expectativas, e mais, todos que lhe observavam já despendiam palavras de que houve mudanças. O QUE TINHA ACONTECIDO? Ao adentrar na cidade, já não havia aquele ânimo, alegria, reconhecia a maioria de todos aqueles entes, mas agora, pareciam-lhe mais do que desconhecidos, tinha vivenciado diversos episódios positivos e negativos, e nas dificuldades era o primeiro a se postar na defesa e na busca de soluções, ERA A SUA CASA. ERA? E AGORA? Pasmem! SEU CORAÇÃO estava inerte, sem euforia ou algo que pudesse reavivar sua estada, sentia-se com que apartado de tudo e de todos, como um leproso, admitido no ambiente, mas categoricamente excluído. Não ELES é que estavam diferentes. CONTINUA A REFLEXÃO!!!
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
A MINHA MELHOR DEFINIÇÃO? O QUE EU SOU NA REALIDADE
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. De forma genérica, a sociedade em que vivemos busca sempre subterfúgios, de varias modalidades, que intentam entoar a premissa de que sempre devemos estar aptos a GANHAR qualquer coisa ou alguém, de que devemos estar em constantes superações dos demais. Porém, se esquece de que a maior e melhor superação é a de conquistar a nós mesmos. Se no íntimo de seu ser, ocorre o desejo de alcançar metas e objetivos, antes de tudo, prioritariamente, deve-se identificar e, depois, aplicar, as regras essenciais que comandam os resultados que almejamos. Sucesso concreto e real, ocorre apenas, quando agimos em conformidade com as normas vinculadas a este sucesso. Assim se expressa Stephen Covey: "Mostre-me uma pessoa que seja suficientemente humilde para aceitar e assumir a responsabilidade pelas suas circunstâncias e corajoso o bastante par tomar qualquer iniciativa necessária para criativamente atravessar ou contornar esses desafios, e eu mostrarei a você o supremo poder da escolha". A busca essencial neste mundo sempre será por situações PALIATIVAS e IMEDIATAS. Parece-nos carecedor de concretude o que se pode alcançar pelo tempo e em uma solidez. Quando observamos determinado problema, no primeiro plano, buscamos a sua superficialidade, posteriormente a conceituamos em uma ampla dimensão abstrata, que supera e muito o sentido real. Desta feita, a ação necessária e primordial, será a de ANALISARMOS A SITUAÇÃO DE OUTRO PONTO DE VISTA, o tão conhecido e não aprofundado, PONTO DE REFERÊNCIA. CONTINUA A REFLEXÃO!!!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
O PIOR DOS INIMIGOS: O SER FRAGMENTADO (CONTOS DO MOCHILEIRO)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR! DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro (Nova continuação): "... Encontrava-se o Antigo Guerreiro exausto, durante várias noites tinha enfrentado todos os tipos de inimigos, até aqueles inimagináveis. Sentia-se que quanto mais desferia-se golpes poderosos, mas enumeravam-se seus inimigos. Todos os demônios lhes tinham sido apresentados. Neste instante, estava esgotado, algo novo permanecia dentro de sua alma, favorecendo para que olhasse para sue ferimento externo. Pasmem! Estava curado totalmente, porém, que DOR era esta que subsistia e doía até a alma? Não existia nenhuma mazela externa, e aquele ferimento já não estava aflorando nada, a DOR era em outros lugares que não aquele de início. O QUE ESTAVA ACONTECENDO? Era algo por demais inusitado, novo, nem maiores dificuldades das batalhas afins, tinha sentido algo desta forma. A DOR era avassaladora, tremia-lhe até o que não era material, o coração batia aceleradamente. Sentia-se de forma lenta e angustiantemente se esvaziar. O QUE ESTAVA ACONTECENDO? Apenas sobreveio estes questionamentos. CONTINUA A REFLEXÃO!!!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
A FLOR E A ÁGUIA
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS. Dos contos de um Mochileiro: "... Certa vez, altiva, uma Águia poderosa, que tinha experimentado a sua renovação (subiu a montanha), retornava ao seu lar, para envidar uma nova VIDA CONQUISTADA. Com intuito de encurtar as distâncias, resolveu sobrevoar um árduo DESERTO. A terra vista do alto (possui uma das melhores visões), era extremamente árida, sem vida, e as que por ventura tentassem brotar, possuíam aparência de quase mortas, sem vida, sem cor, retorcidas em si mesmas, era uma visão lastimante. Desta feita, como não existia nada de valor neste habitat, intencionou a Águia em apressar o bater de suas asas e passar rapidamente por este local de MORTE. De repente, quase por ocaso, observou a Águia que existia algo, mais que reluzente, no meio de um nada, existia algo surpreendente, um enorme cacto, em todas as suas dimensões (altura e largura), percorrido em sua extensão majestosa por uma infinita carreira de espinhos, enormes, a tal ponto de propiciar aos visitantes medo premente. Mas no topo, existia uma flor. A Águia, que já tinha uma enorme experiência de vida, tinha percorrido uma imensidão de locais, ficou intrigado, pois, nunca tinha visto flor mais bela, reluzente, magnífica, exuberante. Permeada em dúvidas, desceu dos altos céus, se esmerou em pousar em uma árvore frágil e seca próximo ao cactos, e continuou a admirar a beleza daquela enigmática flor. De onde se encontrava, sentia a força da existência desta flor, sua elegância, a disposição das pétalas, perfaziam como um brilho magnificiente, a tal ponto de cegar a vista. E muito mais, o perfume que ela exalava, era de tal ordem que seduzia e encantava a todos os seres, a tal ponto que muitos eram atraídos a sua proximidade, mas era o cactos enorme que empecilhava uma maior aproximação, que como dito, causava medo premente (espinhos). Era como se fosse sua segurança, sua proteção, para guardar a realeza da beleza desta flor ÚNICA. Exaurida em dúvidas, não se contentou em observar e, então, falou: (CONTINUA)
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