quinta-feira, 7 de julho de 2011

PROFECIA (Cp. 3º - 1ª parte)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Hoje daremos continuidade a formação báscia da RCC sobre o segundo livro da mesma, ou seja, os CARISMAS. Neste artigo declinaremos sobre a temática do Carisma da PROFECIA, Dom importantíssimo para o nosso Movimento Eclesial, mas que, atualmente, pouco utilizado ou desenvolvido. Esclarecemos que este Dom, igualmente, possui importância fundamental no enriquecimento espiritual.
O Carisma da Profecia é um dos meios que o Senhor tem para comunicar-se com o seu povo, encorajando, exortando, instruindo, dando novo rumo ao trabalho apostólico, indicando a direção certa e levando à conversão, enfim, manifestando sua santa vontade em tudo (1ª Cor 14,13)
Como sabemos, existe um amplo desejo de DEUS em se comunicar com seu povo, mas será que este está apto a OUVÍ-LO? E se o faz, será que Lhe obedece concretamente? Quando faz por sua própria conta, por sua vontade, algumas vezes acerta, mas na maioria delas erra, sofre ou fracassa. É necessário ouvir o Senhor sempre (Dt 6,4). Disto, fica-nos um ensinamento: um verdadeiro POVO de DEUS deve sempre estar apto a OUVIR SUAS PALAVRAS, DESEJOS e VONTADES.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

DOM DE LÍNGUAS (Cap. 2º - Conclusão)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Hoje concluiremos a temática sobre o DOM DE LÍNGUAS. Neste artigo iremos declinar sobre a importância do Dom das Línguas. Como é do nosso conhecimento, este Dom possui importância fundamental no enriquecimento espiritual. Sendo uma ação misteriosa de DEUS, claramente, contribui para a renovação de vida de uma pessoa.
Se pensarmos com um pouco de nossa razão, poderemos ver o como este Dom nos ajuda na intimidade com DEUS. Como diz o apostolo Paulo, se o ESPÍRITO 'ORA SOBRE NÓS', pedindo algo que necessitamos e não sabemos pedir, nisto, a primeira atitude benéfica deste Dom é favorecer a intimidade com DEUS.
Se o ESPÍRITO SANTO ora em mim, não ocorre a necessidade de pensar, formular preces. Mas tenho que ter uma atitude total de abandono e plena confiança. Fica, portanto, claro que a ação da 3ª PESSOA da TRINDADE é a de nos auxíliar, corrigindo toda esta imperfeição, que existe em nós pelo nosso pecado.
Outra grande ação benéfica que nos traz este belo DOM, é nos abrir para os demais carismas, porque mantém o ESPÍRITO em alerta para o que Deus quer falar ou fazer. Basicamente, podemos observar que os Dons de Profecia ou de Interpretação das Línguas vêm durante ou após a oração ou cântico em línguas, como também, a palavra de ciência, o dom de cura, etc.
Outro ponto importante, é que este Dom nos auxilia a orar por determinadas coisas das quais a pessoa foge de colocar na presença de Deus. Portanto, possui intima relação com o próprio Dom da Cura.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

CONC. VAT. II (INTRODUÇÃO - Conclusão)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Hoje continuaremos a analisar um Introito sobre o Concílio Vaticano 2º. Sabemos, ou deveriamos saber que tudo o que diz respeito à Igreja deve interessar à formação na RCC. É evidente que este Concílio fora promovido por obra plena do ESPÍRITO SANTO, em cujo objetivo era a transformação da própria vida da Igreja. Desta forma impulsionou a constituição da própria RCC. Nele, intensificou-se a busca do conhecer a Terceira Pessoa da TRINDADE e a sua ação.
Neste encontro Conciliar observamos uma manifesta intenção de ensinar, de propor doutrinas, mesmo as que possuem cárater de novo. É o que verificamos nas Constituições dogmáticas Lumem Gentium e Dei Verbum.
Tal concilio desenvolveu uma enorme revolução na Igreja Católica, em que se priorizou a busca do conhecimento acerca da Sagrada Escritura, que outrora era um impedimento para a maioria dos católicos. Observe-se que tais documentos conciliares recomendaram uma leitura dos Sagrados textos, cabendo tal missão aos: “(...) clérigos, sobretudo os sacerdotes de Cristo e os outros que, como diáconos ou catequistas, legitimamente se consagram ao ministério da palavra, se apeguem às Escrituras por meio de assídua leitura sacra e diligente estudo, (...).". Entende-se que subsiste uma exortação única a todos os fiéis cristãos, a uma freqüente leitura das divinas Escrituras (Fl. 3,8).
A intenção desta leitura e estudo é a da difunsão e glorificação da palavra de Deus (2ª Ts 3,1). Além de que o tesouro da Revelação, que fora confiado à Igreja, preencha os corações dos homens, para que se estimule um novo impulso de vida espiritual de uma acrescida veneração pela palavra de Deus (Is 40,8; lª Pd 1,23-25).
QUE DEUS VOS ABENÇOE.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

CONCÍLIO VATICANO SEGUNDO (INTRODUÇÃO - 1ª parte)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Hoje estaremos analisando, de forma suscinta, o Concílio Vaticano 2º, de forma específica, os Documentos: 'Constituição Dogmática “Dei Verbum” (A Revelação Divina)'; 'Constituição Dogmática “Lumen Gentium” (Sobre a Igreja), e Decreto “Apostolicam Actuositatem” (O Apostolado dos Leigos).

Na elaboração dos Documentos deste Concilio, o Frei Boaventura Kloppenburg O. F. M. (Introdução Geral aos documentos do Concílio, pg. 7), pronunciou-se da seguinte forma:
“É preciso que as sementes de vida lançadas pelo Concílio no campo que é a Igreja cheguem a plena maturidade (...) a ponto de exigir de nós um novo fervor, um novo amor, como um novo espírito”.
O que podemos verificar acerca da objetividade da formação deste encontro Conciliar, é baseado no discurso de abertura (29/11/1962) proferido pelo Papa Paulo VI, que os ordenou da seguinte forma:
1) Exposição da doutrina da natureza da Igreja:
Havia tempo que a Igreja envolvia-se em manto não acessível a muitos, por isto a necessidade de expor todo o conteúdo (doutrina), que esclarecia para o mundo a sua definição, bem como a compreensão do papel do episcopado e sua relação com o Papa. Em suma era a intenção de executar a sua santificação interna, para, assim, explanar, de forma concisa que "quem me vê, vê o Cristo". (CONTINUA).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

DOM DE LÍNGUAS (Cap. 2º - 2ª parte)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Novamente estaremos adentrando neste mistério doado pelo ESPÍRITO SANTO. Experimentamos, domingo passado, a festividade de perceber o grande Amor de DEUS por nós. PENTECOSTES, período que nos az lembrar a grande importância de cada um para o PAI. Neste tópico desenvolveremos este Carisma que marca o nosso Movimento Eclesial (RCC), toda a sua variedade: oração, fala e canto em línguas.
 O Dom das línguas é uma oração que se faz a Deus, é uma forma de glorificá-lo. Quem ora em Línguas não ora aos homens, mas a Deus (1ª Cor 14,2). De forma suscinta, é o PERMITIR que o ESPÍRITO SANTO ore sobre si, por ele e com ele (Rm 8,26-27). Sabendo que somente DEUS é capaz de nos conhecer perfeitamente, somente ELE, na pessoa do  ESPÍRITO SANTO , será capaz de conhecer as nossas verdadeiras necessidades. conclui-se, teologicamente, que o ORAR EM LÍNGUAS é, na verdade, “ORAR no ESPÍRITO”, pois emprestamos nossa mente e voz.



segunda-feira, 6 de junho de 2011

DOM DE LÍNGUAS (Cap. 2º - 1ª parte)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Vamos adentrar em um novo capítulo desta formação sobre CARISMAS (2º Módulo da formação Básica). Estaremos vendo e estudando, neste capítulo, as três modalidades do carisma da variedade das Línguas que são: orar, falar e cantar em línguas. Além disso, serão abordados os principais aspectos de sua manifestação e o fundamento bíblico e doutrinário. Comcemos então!
De forma não coerente, alguns dizem que o Dom das línguas é o menor e o mais insignificante de todos. Mas deveriamos efetivar uma reflexão. Se é um DOM do ESPÍRITO, poderia o mesmo ser tão insignificante? Mas, como poderiamos pensar desta forma, se a 3ª Pessoa da TRINDADE é que é a nossa força (Rm. 8, 26-27). É ELE que vem em nosso auxílio diante de tantas fraquezas humanas. Possamos analisar esta pequena passagem de paulo:
“Aquele que fala em línguas não fala aos homens, senão a Deus: ninguém o entende, pois fala coisas misteriosas, sob a ação do Espírito” (1ª Cor 14,2). (CONTINUA)

sábado, 4 de junho de 2011

FLOR DE LÓTUS (RESISTÊNCIA)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Caríssimos Irmãos, hoje realizaremos uma pequena REFLEXÃO com base em uma das características mais importantes a ser desenvolvida na vida humana. Uma capacidade muito esquecida atualmente por todos, mas define estritamente o SER do próprio Homem. A RESILIÊNCIA, ou comumente chamada de RESISTÊNCIA.
A figura que utilizaremos é a de um FLOR. Poderia-se perguntar como uma criatura pequena e frágio é capaz de nos ensinar sobre a RESISTÊNCIA??? Podemos de forma genérica afirmar tal fato com a simples resposta afirmativa de dizer: "ELAS INSISTEM EM DISPONIBILIZAR SUA BELEZA E AROMA". Alguns poderiam até retrucar: "MAS É A SUA NATUREZA!". Mas, a partir deste ponto relatarei a história de uma flor específica, a FLOR DE LÓTUS. Você a conhece??? Sabe-se que ela cobre as planícies do oriente, e para quem as conhece possuem uma certa veneração, colocando-a como símbolo máximo de PUREZA ESPIRITUAL. Tabém ficou conhecida como a FLOR DA RESISTÊNCIA. Mas qual o motivo? Como uma flor pode desempenhar todo este papel de reflexão para nós? A base é o seu nascimento, e é base de reflexão para nossa vida, sobre o seu e o meu NASCIMENTO! Esta flor, de substrato frágil NASCE NO LODO. INCRÍVEL NÃO!!! Sua semente é lançada na lama, fica escondida debaixo de uma água bastante turva, em uma situação bastante improvável, de dificuldades concretas, poderia-se desistir de nascer, de brotar. Porém, ao sentir os primeiros raios de LUZ, SOBRESSAI-SE DO AMBIENTE QUE A CERCA, e rompe a dura casca e lança seu broto para fora, numa busca frenética da LUZ. Esta força, este desejo de LUZ, ilumina-a e perfaz seu potencial, que se torna único e desbota em sua pura BELEZA. Mas para nós, o que significa esta situação?

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