segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

DOCUMENTO DE APARECIDA (Cp. III)


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! GRAÇAS A DEUS! NOVO ANO, adentrar nostrabalhos de Evangelização. Continuemos o nosso discernimento acerca do Documento de APARECIDA. Iniciaremos a temática do 3º Capítulo: "A ALEGRIA DE SER DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS PARA ANUNCIAR O EVANGELHO DE JESUS CRISTO". A temática inicia-se com uma questão basilar: Como vamos saber o Caminho? (Jo. 14,5). Como temos ciência o CAMINHO é o próprio JESUS CRISTO (Jo. 14,6). Poi sempre será baseado na FÉ que começamos a encontrar o CAMINHO, JESUS PORTA DE ENTRADA PARA A VIDA. (Jo. 6, 68 e Mt. 16,16). CRISTO  é PROVA DE AMOR DE DEUS AOS HOMENS. Deve-se entender que será na PAIXÃO, MORTE e RESSURREIÇÃO que nos vem o auxilio na superação do pecado. e a conquista da VIDA NOVA. Sua VIDA, de JESUS, será uma ENTREGA RADICAL em favor das pessoas (CORDEIRO DE DEUS). O sentido encontrará resposta na presença do PAI em sua vida, porque quem conhece JESUS, conhece o PAI (Jo. 14,7). Portanto, devemos reconhecer que CRISTO É O PRIMEIRO E MAIOR EVANGELIZADOR ENVIADO POR DEUS (Lc. 4,44). E sendo Filhos, e OBEDIENTES, devemos e podemos ESCUTAR a JESUS, para sermos permeados da sua ALEGRIA de SER FILHO, e assim, transformados em Missionários para proclamar o Evangelho de JESUS CRISTO, com a mesma alegria. POIS SOMOS, e SEREMOS IMAGEM e SEMELHANÇA dE DEUS, eis a nossa grande dignidade. CONTINUA FORMAÇÃO DOUTRINAL!!!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

COMUNICADO SOBRE A NOTA COM INDICAÇÕES PARA O ANO DA FÉ


(PORTAL CANÇÃO NOVA)
Com a Carta Apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011, Bento XVI instituiu o Ano da Fé. Esse terá início em 11 de outubro de 2012, 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo.
Com a promulgação de tal Ano, o Santo Padre tem a intenção de colocar ao centro das atenções eclesiais aquilo que desde o início de seu Pontificado, lhe está mais ao coração: o encontro com Jesus Cristo e a beleza da fé Nele. Por outro lado, a Igreja está bem ciente dos problemas que hoje a fé deve enfrentar e sente quanto é atual a pergunta que Jesus mesmo fez: “Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lc 18, 8).
Por isso, “se a fé não retomar a vitalidade, tornando uma profunda convicção e uma força real graças ao encontro com Jesus Cristo, todas as outras formas permaneceram ineficazes” (Discurso para a apresentação das felicitações natalinas à Cúria Romana, 22 de dezembro de 2011).
Em nome de Bento XVI, a Congregação para a Doutrina da Fé emitiu uma Nota com indicações pastorais para o Ano da fé. Tal Nota foi elaborada em acordo com alguns Dicastérios da Santa Sé e com a contribuição do Comitê para a preparação do Ano da Fé. O Comitê, constituído junto à Congregação para a Doutrina da Fé, a mandato do Santo Padre, tem entre seus membros: os Cardeais William Levada, Francis Arinze, Angelo Bagnasco, Ivan Dias, Francis E. George, Zenon Grocholewski, Marc Ouellet, Mauro Piacenza, Jean-Pierre Ricard, Stanisław Ryłko e Christoph Schönborn; os Arcebispos Salvatore Fisichella e Luis F. Ladaria; os Bispos Mario Del Valle Moronta Rodríguez, Gerhard Ludwig Müller e Raffaello Martinelli.
A Nota, datada em 6 de janeiro de 2012, Solenidade da Epifania, e que será publicada no dia seguinte, 7 de janeiro, é composta por uma introdução e algumas indicações pastorais.
A introdução confirma que “o Ano da fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé, a fim que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor ressuscitado, capazes de indicar a tantas pessoas que buscam a porta da fé”.
O início do Ano da Fé coincide com a grata memória de dois grandes eventos que delinearam o rosto da Igreja aos nossos dias: o 50° aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, desejado pelo beato João XXIII (11 de outubro de 1962), e o 20° aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo beato João Paulo II (11 de outubro de 1992).
O Concilio Vaticano II, “a partir da luz de Cristo... quis aprofundar a íntima natureza da Igreja... e o seu relacionamento com o mundo contemporâneo”. “Depois do Concílio, a Igreja se empenhou na recepção e aplicação do seu rico ensinamento, em continuidade com toda a tradição, sob a orientação segura do Magistério”.
“Para facilitar a execução adequada do Concílio, os Sumos Pontífices convocaram várias vezes o Sínodo dos Bispos... propondo à Igreja orientações claras por meio de diversas Exortações apostólicas pós-sinodais. A próxima Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, no mês de outubro de 2012, terá como tema: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”.
“Desde o início de seu Pontificado, o Papa Bento XVI se empenhou decisivamente para uma correta compreensão do Concílio, rejeitando como falso o chamado “hermenêutico da descontinuidade e da ruptura” e “promovendo aquela que ele mesmo denominou 'a hermenêutica da reforma', do renovamento e da continuidade”.
O Catecismo da Igreja Católica, como “autentico fruto do Concílio Vaticano II” (Carta apostólica Porta fidei, n. 4), se coloca em tal linha do “renovamento da continuidade”. Isso compreende “coisas novas e coisas antigas” (Mt 13, 52). Por uma parte, reitera a antiga e tradicional ordem da catequese, articulando o seu conteúdo em quatro partes: o Credo, a liturgia, o agir cristão e a oração. Mas, ao mesmo tempo, exprime tudo aqui de modo novo para responder às interrogativas da nossa época.
O Ano da fé será uma ocasião privilegiada para promover o conhecimento e a difusão dos conteúdos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica.
As indicações pastorais da Nota têm a intenção de favorecer “seja o encontro com Cristo por meio de autênticos testemunhos de fé, seja o conhecimento sempre maior dos seus conteúdos”. Mediante estas indicações pastorais - que não pretendem “excluir outras propostas que o Espírito Santo quiser suscitar entre os Pastores e fiéis nas várias partes do mundo” –, a Congregação para a Doutrina da Fé oferece sua ajuda, dato que suas específicas competências têm presente não só o compito de tutelar a sadia doutrina e corrigir erros, mas também, e principalmente, promover a verdade da fé (cf. Constituição apostólica Pastor Bonus, n. 48-51).
A Nota articula suas propostas em quatro níveis: 1) Igreja universal, 2) Conferência Episcopal, 3) Dioceses e 4) Paróquias, Comunidades, Associações e Movimentos. Ela vem aqui esclarecer novamente algumas dessas sugestões específicas.
Por exemplo, junto a uma solene celebração para o início do Ano da fé e a vários outros eventos aos quais participará o Santo Padre (Assembleia do Sínodo dos Bispos, JMJ 2013), são definidas iniciativas ecumênicas para “invocar e favorecer o restabelecimento da unidade entre todos os cristãos” e “haverá lugar uma solene celebração ecumênica para reafirmação da fé em Cristo por parte de todos os batizados”.
A nível de Conferência Episcopal, vem encorajada a qualidade da formação catequética eclesial e “uma revisão dos catecismos locais e dos vários subsídios catequéticos em uno nas Igrejas particulares para assegurar a eles a plena conformidade com o Catecismo da Igreja Católica”, e espera-se um amplo uso das linguagens da comunicação e da arte, “transmissão televisiva ou radiofônica, filmes e publicações, também a nível popular e acessível a um amplo público, sobre o tema da fé, dos seus princípios e conteúdos, e ainda sobre o significado eclesial do Concílio Vaticano II”.
A nível diocesano, o Ano da fé vem considerado, entre outros, como “renovada ocasião de diálogo criativo entre fé e razão por meio de simpósios, convenções, jornadas de estudo, especialmente nas universidades católicas”, e como tempo favorável para “celebrações penitenciais nas quais se requer o perdão a Deus, também e especialmente pelos pecados contra a fé”.
A nível paroquial, a proposta central permanece a celebração da fé na liturgia, e em particular na Eucaristia, porque “na Eucaristia, mistério da fé e surgimento da nova evangelização, a fé da Igreja vem proclamada, celebrada e fortifica”. A tal iniciativa são chamados a nascer, crescer e difundir todas as outras propostas, entre elas haverá sem dúvida um destaque especial às iniciativas realizadas pelas numerosas Instituições, novas Comunidades e Movimentos Eclesiais.
“Junto ao Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização será instituída uma especial Secretaria para o Ano da fé para coordenar as diversas iniciativas propostas pelos vários Dicastérios da Santa Sé ou qualquer evento de relevância para a Igreja universal”. A Secretaria “poderá também sugerir propostas para o Ano da fé” e disporá de “um site especial a fim de oferecer cada informação útil” sob esse aspecto.
As indicações oferecidas na Nota têm o objetivo de convidar todos os membros da Igreja a empenharem-se no Ano da fé para redescobrir e “dividir aquilo que o cristão tem de mais precioso: Cristo Jesus, Redentor do homem, Rei do Universo, ‘autor e consumador da fé’ (Heb. 12: 2)”.

O QUEBRA-CABEÇA DE MINHA VIDA!

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! ORA ET LABORA. Partindo de uma Reflexão: "Qual será a minha IMAGEM, para mim mesmo e para o mundo?". Na passagem de Ano Novo, acabei sendo conduzido a esta reflexão importantíssima. E buscando alcançar respostas de DEUS, acabou vindo, como ciência, a imagem de um brinquedo, muito mais que antigo, o 'QUEBRA-CABEÇA'. O seu nome deriva de uma situação que você se torna obrigado a passar muito tempo, envolto em resolver o enigma de uma IMAGEM. Tem que passar vários minutos, quiçá horas, OBSERVANDO em SILÊNCIO, tentando resolver questões fundamentais de encaixe. SIM! Porque as figuras se auto-complementam em si mesmas, estão inteligadas de tal forma, que nenhuma outra poderá ocupar seu lugar. Desta forma, será a NOSSA VIDA. DEUS conduzia-me a refletir nesta ciência, que quanto maior o Quebra-Cabeça, maior seria a dependência de pessoas que deveriam me auxiliar. E neste sentido, o brinquedo da ciência era ENORME. Então, sozinho, jamais conseguiria completar a minha missão, levaria muito, mais muito tempo. Necessitaria de ajuda, mas não de simples ajuda comum. É interessante que quando adquirimos tal brinquedo, ou ganhamos, no primeiro momento é visualizar a figura externa, que nos é apresentada (na caixa). Depois colocamos o material espalhado, e iniciamos o trabalho de juntá-las. Se for um pequena monta, logo, em poucos minutos, se resolverá a questão. SERÁ? Observe-se que existem muitas pessoas que, automaticamente, não gostem do brinquedo, aduzindo que meio que morto, parado. Existem outras que até tentam, mas logo na primeira dificuldade que encontra, também param. Mas alguns, vendo aquela dificuldade, se debruçam sobre a questão e levam o tempo necessário para solucionar. E poucos, são capazes de fitar sua atenção nesta situação e logo resolvê-las. CONTINUA A NOSSA REFLEXÃO!!!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

GRUPO DE ORAÇÃO (Cp. II - conclusão)


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! Continuando nossa Formação sobre GRUPO DE ORAÇÃO (3º Módulo da formação Básica), complementaremos as FINALIDADES da REUNIÃO DE ORAÇÃO. Outro momento desta integração da Reunião será a 3) FACILIDADE DE COMUNICAÇÃO DO KERIGMA (AMOR de DEUS e SALVAÇÃO). Neste momento sobressai a experiência de cada um para que descubram e sintam o AMOR INCONDICIONAL de DEUS por suas vidas. Portanto, "... Assim, toda Reunião de Oração é uma manifestação salvífica de DEUS ..." (Ronaldo José de SOUSA, O impacto da Renovação Carismática, pp. 13-24).
Por fim, a última FINALIDADE, CONSTRUÇÃO DE UMA COMUNIDADE CRISTÃ(José H. Prado FLORES, As reuniões de oração, p. 8). Traduzz-se na inserção das pessoas em uma realidade comunitária, contruindo laços firmes de amor e fraternidade, partilha e comunhão, que desemboca no COMPROMISSO com o próximo. CONTINUA FORMAÇÃO RCC!!!


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

UNÂNIMIDADE - NEM SEMPRE UMA COISA INTELIGENTE!!!

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! ORA ET LABORA. Novo Ano! NOVAS DECISÕES! QUESTIONEMOS: SSERÁ O QUE MAIS DESEJAMOS A APROVAÇÃO DE TODOS(AS) EM NOSSA VIDA? QUANTO TEMPO DISPERDIÇAMOS PARA ENTENDER E CONHECER O QUE, REALMENTE, AS PESSOAS PENSAM DE NÓS? Se formos analisar em muitas situações dificeis, sempre empurramos o tempo, buscando retardar, aquelas decisões que sempre desagradarão a muitos. POR QUE? PORQUE, NÃO QUEREMOS DEIXAR NINGUÉM DESAPONTADO CONOSCO. No fim, desejamos ser sempre simpáticos, alegres, descontraídos a TODOS, sem exceção. SER MODELO PERFEITO, DO NOVO HOMEM. Mas para alcançar tal estágio, direciono-lhes esta questão: ESTAMOS APTOS A PAGAR O PREÇO DE UMA LIDERANÇA? Rebato-lhes novo questionamento: NESTAS SITUAÇÕES O QUE DEVE FAZER UM LÍDER? Tenha ciência clara que a única coisa plausível será que PARA LIDERAR PESSOAS NÃO POSSO DEPENDER EXCLUSIVAMENTE DELAS (JOHN C. MAXWELL - O LIVRO DE OURO DA LIDERANÇA). Pode parecer certo contrasenso, depois de alegar que o Líder necessita de seus Liderados. Mas ainda, sim, isto é VERDADE. Porém, em determinadas situações, será necessário ao Líder a DAR PASSOS CORAJOSOS sem esperar a aprovção de todos. Deve a Liderança manter o FOCO NA VISÃO ou OBJETIVO E NAS PESSOAS., independentemente de tomar iniciativas nada populares. Se for NECESSÁRIO, MELHOR AGIR, do que remediar. Traduzindo, a LIDERANÇA PERFEITA APENAS ACONTECE QUANDO SE OPERA FIELMENTE O SEU OBJETIVO, ou seja, conduzir os Liderados aonde Eles não cosneguiriam alcançar por suas próprias forças, inspirando e equipando-os para fazerem aquilo que achavam-se incapazes de realizar e alcançar (JOHN C. MAXWELL). Então, tenha a plena ciência que para alcançar este estágio você, concretamente, não conseguirá "agradar a todos" (O Livro de Ouro da Liderança - John C. Maxwell). CONTINUA A FORMAÇÃO DE LIDERANÇA

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

"... EU SOU ..." - O EXERCÍCIO DA VIDA (Conclusão)


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! ORA ET LABORA. Vamos dar continuidade a FORMAÇÃO PESSOAL. Desenvolvendo o sentido de ser 'AUTOR de nossa VIDA', devemos ter ciência é que na vida comum somos CONSTRUTORES e CONSTRUÍDOS, paralelamente, onde ninguém é AUTOR SOLITÁRIO da sua história. Somos construídos a partir de aspectos externos (ambientes sociais e educacionais = amigos, professores, escola, televisão, etc.) e por pessoas (carga genética = pais, avós, etc.). Também somos Construtores quando desejamos moldar a nossa personalidade através da LIDERANÇA do “EU”. Esta, diga-se por assim dizer, 'Construção' agrega todas as FASES EXISTENCIAIS de nossa VIDA {Infância (O que é bom? Quem cuida de mim? O que é segurança? O que é confiança? Em quem posso confiar?), Adolescência (“EU” ALICERÇADO), Juventude, Adulto ("EU" ESTRUTURADO)}, e suas respectivas interações, MATRIZES. Entretanto, a perfomace observado nos tempos atuais é que este “EU” é incapaz de ser crítico, lúcido, coerente e capaz de tomar decisões certas nas horas certas. Conclui-se, no tempo vigente o "EU EXISTENCIAL" DE CADA UM, principalmente dos JOVENS, NÃO CONSEGUE SER AUTOR DE SUA HISTÓRIA.
A estruturação humana atual é a de SER um ente inerte, passivo diante de determinadas situações, fatos ou pessoas. A palavra de DEUS nos é fonte primordial de EXPERIÊNCIA e ENSINO da VIDA. JESUS convoca a NICODEMOS a TOMAR ALGUMA ATITUDE CONCRETA: "... NECESSÁRIO NASCER DE NOVO ..." (Jo. ). Observe você que este homem vive atormentado em sua vida, mesmo sendo um homem de caminhada, vai ao encontro da luz nas suas trevas, escuridão. Ao encontrar-se com DEUS lhe é revelado a luz de sua vida. Nascer esta intimamente ligado ao 'SER CRIANÇA', e novamente, CRISTO evoca sua AUTORIDADE e ORDENA: "... DEIXAI VIR AS CRIANÇINHAS, POIS DELAS É O REINO DOS CÉUS ...". DEUS nos convoca a SERMOS CRIANÇAS. POR QUE? Ora, na psicologia subsiste uma explicação que nas crianças se torna fácil envidar grandes mudanças comportamentais, devida a sua abertura natural, em que suas matrizes memoriais estão, ainda, bem abertas e susceptíveis as mudanças, ou seja, NÃO AS TEMEM. E NÓS, "ADULTOS"? CONTINUA A FORMAÇÃO PESSOAL

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

DOCUMENTO DE APARECIDA (Cp. 2º - Conclusão)


GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! ORA ET LABORA! BENDIGAMOS AO SENHOR. DEMOS GRAÇAS A DEUS! GRAÇAS A DEUS! NOVO ANO, adentrar nostrabalhos de Evangelização. Continuemos o nosso discernimento acerca do Documento de APARECIDA. Completaremos a temática do 2º Capítulo: "OLHAR DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS SOBRE A REALIDADE". Neste ponto, temos o conhecimento acerca da Diversidade cultural dos Povos latinos (Índios, Negros, mestiços, camponeses, etc.), cada uma com sua importância ímpar, e contanto, devem ser privilegiadas e respeitadas no seu conteúdo, pois multíplas fontes culturais originárias. Apesar de uma culturra globolizada atualmente, observa-se que tais culturas subsistem em condições desiguais, mesmo reconhecendo nelas valores que se podem agregar (comuntarismo, família, tanscedência e solidariedade). Outro ponto que se deve pormenorizar são as Culturas urbanas e suburbanas. A primeira possui características híbrida, dinâmica e mutável. A segunda, será fruto de migrações das populações necessitadas, e por isto, caracterizam-se por problemas de identidade e pertença, relação, espaço e lar, são questões bastantes complexas. CONTINUA FORMAÇÃO DOUTRINAL!!!

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