GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! No contexto desta passagem de Marcos NECESSITAMOS observar os detalhes. Pois ela parece-nos pouco expressiva, em tamanho e conteúdo. Vemos JESUS retornar para o seu ponto de apoio. Já discutimos isto em outro artigo (Modelos de Liderança). A casa em questão é a de Pedro, e tem sentido paralelo com a constituição futura da própria Igreja. Segundo ponto, é que a multidão percorre os mesmos passos de CRISTO, ou seja, ELE é seguido de perto pelo povo. Enquanto os próprios familiares tomam atitude desencorajadora para sua missão. O Rhema é "OS PARENTES DE JESUS DIZIAM QUE ESTAVA FORA DE SI".
sábado, 22 de janeiro de 2011
QUAL O MEU MINISTÉRIO
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Na verdade, este conteúdo possui uma base de reflexão, mas direcionada para o Movimento Eclesial da RCC. Seu contexto tem a ver com a vida e a escolha do Ministério a ser exercido. Pela experiência vivenciada dianta da Coordenação do Movimento, observou-se que muitos Ministérios estão carentes de servos que abraçem o seu Ministério de forma convicta e responsável. Já ouvimos muitos dizerem abertamente que são deste ou daquele Ministério, mas não entendem a essência do mesmo. Dizer sobre a pertença de um Ministério não possui por base o sentido do que sabe fazer, ou porque gosta deste Ministério. Estas respostas encontram-se incompletas e de forma parcial, tendo como consequência um sério risco de se esvaziar.(Mt. 25, 31-46)
Primeiramente, seria necessário efetivar o conceito básico da palavra MINISTÉRIO. Adentremos na profissão efetuada por JESUS: "... Pois o próprio Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos ...". Eis um conteúdo essencial e primordial para que tomemos o significado do ser Ministeriado.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Mc. 3, 13-19
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Caríssimos irmãos, dando continuidade a nossa Lectio Divina, vamos meditar o Rhema da passagem de hoje. "CHAMOU OS QUE ELE QUIS, PARA QUE FICASSEM COM ELE". É cativante que DEUS chama a todos, porém são poucos que entendem o valor deste chamado e compreendem que nesta ação, é o próprio DEUS nos trabalha formando nas diversas etapas de nossa vida. É um trabalho complexo e completo, que deriva tempo, paciência e coragem. Uma passaem simples e singular. Aparentemente sem quaisquer detalhes. Mas não nos deixemos enganar. Marcos é mestre neste tipo de descrição, onde os detalhes são de extrema importância. Mas antes de penetrar na simbologia de Marcos, gostaria de frisar alguns comentários sobre a memória de Santa Inês.Virgem e mártir (Séc. III-IV). É Ambrósio que nos relata o mártirio desta Santa. Que pela sua magnitude ultrapassa os limites da Igreja romana e perfaz-se até a Igreja universal, como grande testemunho. Mas o porque deste desenvolvimento? Começa pela figura de quem deu testemunho de mártirio. Santa Inês, na época, tinha apenas 12 anos, mas no momento de testemunhar deu exemplo magnífico de fortaleza, mediante o seu algoz carrasco, esta menina exlatava a todos os demais irmãos a permanecer firmes na Fé do Senhor. Deste testemunho, de gente madura na Fé, foi enaltecedor que muitos seguiram o seu exemplo. O seu nome Inês (Agnes) tem sabor expressivo bíblico. Que o ESPÍRITO de FORTALEZA, derrame sobre nossas vidas, para que sejamos moldados na armadura de verdadeiros Cristãos. ROGAI POR NÓS SANTA INÊS.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A FORMAÇÃO DO DISCÍPULO (DOCUMENTO DE APARECIDA)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Caríssimos irmãos, diante de tantas incertezas e tribulações que transcorrem em nossas vidas, gostaria de explicitar uma pequena opinião acerca de todo o contexto do Documento de Aparecida, baseado no artigo do Pe. J. B. Libanio, SJ. que declinou acerca da importância, hoje, da formação dos discípulos de JESUS, especificamente, nós Católicos. Para a Igreja, é necessário que os Cristão busquem cada vez mais, um encontro pessoal e verdadeiro com CRISTO para se tornarem discípulos, mas também missionários. E só poderemos concretizar tal fato através de uma formação processual e séria.
LIDERAR: UM ATO DE CONQUISTA DE SI MESMO (Do livro: MANUAL DO LÍDER SERVIDOR)
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Neste tópico buscaremos a forma principal do Líder, como é moldado sua essência, partindo de um pressuposto de que “Quem quer liderar a outros, deve inicialmente liderar os seus pensamentos e sentimentos (a si)”. De forma simples, deve-se efetivar uma observância interior, quais são suas raízes e objetivos destes pensamentos e sentimentos, e logicamente, analisar e questionar: ‘O que eles querem dizer? Quais os problemas fundamentais que revelam? O que feriu? O que impede de pensar claramente?’
AS ARMADILHAS DO 'EU'
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Bem vamos empreitar mais um passo na formação pessoal. Desde já colocaremos algumas das armadilhas que são projetadas em nossa vida e que nos impedem de alcançarmos os projetos e dinâmicas divinas presenteadas a cada um de nós. Que este espaço possa te ajudar JOVEM, a buscar o teu interior e descobrir a verdadeira face de DEUS em tua vida. Que esta formação seja a primeira de muitas nesta escalada ao monte Sinai, onde DEUS nos espera com uma imensa alegria, dizendo: "... EIS O(A) MEU(MINHA) FILHO(A) AMADO(A) ...".
Mc. 3,7-12
GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Dando continuidade a nossa caminhada na estradada Lectio Divina vamos refletir as ações de JESUS, segundo a visualização de Marcos. O Rhema, poderia-se dizer, "... OS ESPÍRITOS MAUS DIZIAM: 'TU ÉS O FILHO DE DEUS ...". Nesta passagem JESUS é o centro de atração irresistível, o que contrasta em relação a Jerusalém, ponto de encontro anterior. Marcos descreve JESUS como uma fonte oculta do qual brota a esperança de salvação. Um médico da humanidade. Fato preponderante é que afora a multidão local Galiléia e das redondezas, a figura de CRISTO é colocada diante do mar. Sabe-se, pelos estudiosos, que a figura do mar (a beira do mar) tem contexto do mundo (vide apocalipse). O ficar a beira é significativo, no sentido de esperar e observar. Associa-se o chamado dos Discípulos, fato ocorrido, também, a beira do mar. Depois do chamado um envio para ir mais profundo. Denota que tudo é efetivado pelo Mestre deve ser anunciado, com o testemunho pessoal, de mudança de vida, não apenas paliativa. Por isto é que o próprio JESUS rejeita, de imediato, qualquer tipo de testemunho que possa turvar a sua missão (Tg. 2,19).Outra observação, a atitude extasiada do povo, sempre crescente, devido a sua atividade milagrosa. Soma-se um forte anseio popular de poder alcançar uma graça apenas ao tocá-lo. Deste fato sobressai um intento maléfico dos demônios que desejam diminuir a eficácia de sua missão. O declaram, diante de todos "FILHO DE DEUS", não admitindo sua divindade, mas com intento de gerar o ciúme das autoridades religiosas, que já buscam uma sentença de morte para este médico, ou sua exclusão. O ponto de apoio inicial é a Galiléia, onde sua fama cada vez mais aumentava (ves. 7). Espalha-se para as outras regiões circunvizinhas, conhecidamente como pagãs (ves. 8). Toma como projeção futura da construção da Igreja (Sl. 87).
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