quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mc. 3,1-6

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Caríssimos Irmãos adentremos neste caminho do Evangelho de Marcos. O Rhema é 'É PERMITIDO NO ´SÁBADO FAZER O BEM OU O MAL? Neste momento observva o culme de um distanciamento de JESUS contra os seus discordantes. Consuma-se a ruptura integral, com desejo mórbido de morte daquele que era dissidente do pensamento dominante. Novamente a temática é o Decálogo, sob o prisma do Sábado, conhecidamente pelos Judeus, como momento de descanso, de louvor a DEUS. Aparece um aspecto, novamente, de NECESSIDADE. Alguém adentra na casa de DEUS necessitando de uma cura. Agora uma mão, um orgão de ação atrofiada (Sl. 137,5).

EVANGELHO DE MARCOS

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Antes de mais nada, agradeço o apoio de muitos irmãos sobre a minha vida e a função exercida a frene da RCC Arquidiocesana. Na condição Humana, limitado e fraco, é salutar que apesar das dificuldades, o que se guarda nos corações destes irmãos, fora a entrega, o empenho, a luta, em defesa deste Movimento Eclesial tão necessário a nossas vidas, da Igreja e do povo também. A todos, meu muito OBRIGADO, por terem suportado a minha pessoa, e pela obediência a algumas questões necessárias para o desenvolvimento da RCC.
Mas vamos para a reflexão básica da liturgia vivenciada por todos neste TC (Tempo Comum).Como estamos observando e meditando em nossa Lectio Divina, as leituras do Evangelho tomam por base MARCOS. Este evangelho é considerado, ponto terminal, como o primeiro Evangelho a ser escrito. E o seu autor fora considerado como criador deste gênero literário (Evangelho). Tal palavra possui significado de 'BOA NOTÍCIA', e não se refere a de um livro, mas a um conteúdo. Nunca e nem serão considerados como biografias históricas de JESUS, mas, sim, canais de transmissão desta boa nova, que se configuram na pessoa do próprio CRISTO, em seus atos e palavras, que projetam diretamente para o Projeto do PAI.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

IDENTIDADE DA RCC (5ª parte)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Vamos dar continuidade no caminho deste movimento. A idetidade nos revela de onde somos e para onde devemos ir. SOMOS FILHOS DO CÉU. Possamos meditar acerca desta formação da IDENTIDADE da RCC.
Uma verdade bíblica é que JESUS é aquele que batiza no ESPÍRITO. ELE próprio disse que mandaria o seu ESPÍRITO para os seus. Entretanto também no Evangelho ELE aparece dizendo: “... E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito ...” (Jo 14, 16). E mais: “. . .quanto mais vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem ...” (Lc 11,13). Segundo ainda o testemunho de João, JESUS disse que o ESPÍRITO SANTO procede do PAI. Com base nestas revelações a Igreja, desde os primeiros séculos, ensinou que o ESPÍRITO procede do PAI e do FILHO, porque ambos podem no-lo dar.
Mas quem poderia receber este Batismo? Nossa mentalidade cultural nos obriga a merecer as coisas boas que a vida oferece. Uma criança quando erra não encontra compreensão, é castigada. Quando ela deseja algo bom, é-lhe oferecida uma barganha: “Se você se comportar bem, irá à casa dos primos, ganhará uma bola, um sorvete”. Vivemos uma espécie de “cultura do merecimento”. Esta mentalidade entrou em nossa catequese há séculos. Já nem percebemos sua nocividade para o nosso relacionamento com DEUS.

Mc. 2,23-28

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Caríssimos Irmãos, vamos adentrar, ainda mais, neste caminho que de Salvação. JESUS CRISTO. Cada vez mais, o caminhar com JESUS nos prepara para o próximo período, ou seja, a QUARESMA. Vemos anunciar e a chamar para a CONVERSÃO, mudança no sentido de nossas vidas, pelo Testemunho vivo. Quem consegue, apesar dos barulhos interiores escutá-lo, entender o sentido desta voz que chama no deserto, sente em seu coração uma força borbulhante tão intensa, que a sua inicial resposta é se direcionar para o deserto para entender este chamado magnífico. Amigos e Irmãos, a nossa Igreja é extremamente sábia, e toda a liturgia é como uma preparação para a nossa salvação. Vemos que o ano liturgico inicia-se com uma visão, uma luz de esperança. Uma manifestação divina que nos diz que existe algo suprema que vai acontecer. Uma grande esperança (Advento). Depois, se concretiza esta manifestação com algo aparentemente simples, mas de sentido simbólico. Nasce uma criança, um rebento, algo sem muito alarde, mas que vai-se desenvolvendo. Um Rei nasce para decretar a nossa libertção, pois somente ELE o poderia fazê-lo. Faz-nos meditar e repensar nossas ações, pois somente como crianças é que poderemos entender o seu significado e conquistar esta libertação. Depois vem a meditação do nome deste Rei, e o batismo de sua missão. Como que nos dizendo que a essência primária de nossa vida já está selada, e inicia-se no momento em que somos mergulhados, não em simples água, mas no próprio sangue divino, que restaura nossa vida e perfaz algo novo acontecer. Após, vem a primeira parte do Tempo comum, acontece um chamado, uma voz que potentemente, nos relembra e nos chama a retornar de nosso caminho errante (EIS O CORDEIRO DE DEUS...). Daqui alguns dias, vem o direcionamento para receber dignamente esta batismo de sangue, ir para o deserto e se purificar. Tudo se comina com o grande banquete, que confirma a totalidade do contexto desta passagem, o alimento. QUE DEUS TE ABENÇOE, TE UNJA E TE GUIE NESTA CAMINHADA. Continuemos o discernimento desta passagem.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O PARÁCLITO

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Irmãos, vamos colocar para vocês uma pregação acerca do ESPÍRITO SANTO. Tema coluna para o nosso ministério de pregação. Que você possa desfrutar deste conteúdo, ainda mais, possa analisar se algo semelhante acontece em vossa vida. Como sabemos, ou deveríamos saber, como pregadores, a primeira pessoa a tomar consciência da pregação é o próprio pregador. Pois como cálice de benção, ele deve deixar-se transbordar, aceitando o conteúdo para si, para após, iluminar, alimentar e restaurara a vida do próximo. boa leitura e reflexão. DEUS TE ABENÇOE.

MODELOS DE LIDERANÇA (Conclusão)

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Caríssimos, vamos dar continuidade a formação de LIDERANÇA, seguindo o passo contido no meu pequeno livro: "MANUAL DO LÍDER SERVIDOR", vamos destrinchar a figura do segundo modelo de Liderança. PETRUS. Enfatiza-se que em relação ao Apóstolo, a base primordial para o nosso estudo são as fontes Bíblicas e a arqueologia histórica, que nos favorece uma possível discrição do “Príncipe dos Apóstolos”.
O encontro inicial de Pedro com JESUS é narrado e desenvolvido no Evangelho de São Lucas . Neste desenrolar bíblico temos uma possibilidade de conhecermos o temperamento e o trabalho de S. Pedro. Pelo que consta na narrativa observa-se, inicialmente, que o primeiro Papa tinha a função de ‘Pescador’, e seguindo os contextos bíblicos , era filho de João e tinha como irmão Santo André . Nasceu em Betsaida, e posteriormente, morou na cidade de Cafarnaum, o que lhe confirma a função de pescador, pois segundo estudos arqueológicos tem-se conhecimento que esta cidade é a mais próxima do ‘Lago de Genesaré’ (‘Mar da Galiléia’ ou ‘Mar de Tiberíedes’).

Mc. 2,18-22

GRAÇA E PAZ (חסד ושלום)! Queridos irmãos, desculpe pelo atraso da lectio deste domingo. tive algumas obrigações extratemporais, que tomaram meu tempo. Mas, enfim, fica a obrigação de efetivar com vocês a EXPERIÊNCIA de DEUS.
Para mim, hoje, é um dia especial, fazemos memória de S. ANTÃO (251-357), abade. "SE QUERES SER PERFEITO, VENDE OS TEUS BENS E DÁ-OS AOS POBRES... DEPOIS, VEM E SEGUE-ME ...(mT. 19, 21)". Este convite forte feito por JESUS, ouvido por este Santo Homem, perfez em sua vida uma verdadeira conversão que simplesmente mudou a face da Igreja que já iniciava seu crescimento. Aos vinte e pouco anos, foi um chamado vocacional. Deste fato retirou-se como Eremita para o alto Egito. Pela experiência saboreada, tornou-se guia espiritual de muitos para adentrar nesta caminhada peregrina e solitária. Por isso, tornou-se iniciador desta nova forma de vida monástica em que a vida em comum, a oração, a orientação de um superior e a caridade fraterna são os elementos de santificação. colaborou com Sto Atánasio na luta contra o Arianismo. Toda a base de seus ensinamentos, ainda, perduram em muitas ordens religiosas. SANTA ANTÃO! ROGAI POR NÓS.

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